As marcas em um corpo sagrado
Foto: Roger Cipó

Buscando algumas maneiras para abordar o assunto, me deparei com a ausência de informação por parte do povo de matriz africana sobre o tema de hoje. Não que não saibam, mas alguns ainda se perguntam porquê?

Resolvi elucidar as pessoas sobre as tatuagens feitas em homenagem aos sagrados Òrìṣàs ou entidades de Umbanda, em geral.

Vi que a nova geração gosta de deixar claro, através das imagens, o seu amor pela religiosidade. Não que os mais velhos não fizessem, mas até mesmo, devido a qualidade temporal de material, era diferente.

A grande pergunta é: Será que esse procedimento é bem visto pela ancestralidade?

Não há muito o que relatar, pois assim estará parecendo uma aula religiosa.

Seria apenas interessante observar, que os corpos marcados por tribos, nos levaria entender que é a melhor maneira de relembrar nossos ancestrais.

Por outro lado, o Candomblé nos mostra que as marcas sagradas que carregamos no corpo, são nossas identificações perante aos Deuses.

Então qual seria o motivo da tatuagem, se a grande homenagem já foi realizada?

Os dogmas religiosos explicam bem como agir nessa situação, mas isso varia de acordo com cada raiz do segmento. Afinal de contas, não se tem ideia de quantas tribos chegaram em nosso país.

Consulte seus líderes e converse sobre o tema. Tenho certeza que o assunto é de interesse de muitos adeptos de religiões de matriz africana.

Até a coluna da próxima semana e não deixe de acompanhar nossas redes sociais.

Contato Bàbá Joaquim D’Ògún

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