Jornal Povo

Mototaxistas fazem protesto na Linha Amarela contra cobrança de pedágio

Dezenas de motociclistas fizeram um protesto, trafegando em marcha lenta, no início da tarde desta segunda-feira na Linha Amarela, na altura da Cidade de Deus, na Zona Oeste do Rio. Os manifestantes reclamam da cobrança de pedágio. O trânsito está congestionado no local. A Polícia Militar informou que intensificou o patrulhamento no local. O protesto começou por volta das 12h37 e foi encerrado às 13h08.

O Centro de Operações Rio informou que a via expressa está com lentidão do acesso da Linha Vermelha até Bonsucesso, no sentido Barra. O sentido Fundão também tem retenções entre a Cidade de Deus e o pedágio.
A concessionária Lamsa afirma que desde o dia 1 de janeiro de 2017, motociclistas não pagam pedágio na via por força do decreto 42.771, do prefeito Marcelo Crivella. 
Justiça libera cobrança de pedágio na Linha Amarela
A Justiça concedeu liminar, na última quarta-feira, liberando à concessionária Lamsa voltar a cobrar o pedágio a Linha Amarela, que tinha sido suspenso no dia 21 de maio por determinação da prefeitura.Os motoristas voltaram a pagar a tarifa de R$ 7,50 nos dois sentidos.
Foi a terceira vez em seis meses que a prefeitura tentou suspender o pedágio e que teve a ordem derrubada por liminar. A decisão, do juiz Daniel Schiavoni Miller, da 6ª Vara de Fazenda Pública, ressalta que foi “reconhecida a urgência, vislumbrando o consistente risco de dano financeiro […] e, por consequência, risco de descontinuidade ou deterioração na qualidade dos serviços prestados pela autora (Lamsa)”. A Justiça considerou ainda os “indícios de ofensa ao devido processo legal na esfera administrativa” para deferir a tutela de urgência. Em caso de descumprimento, a prefeitura deverá arcar com multa de R$ 400 mil por dia.
Entenda
O decreto que suspendeu a cobrança pela terceira vez foi publicado no Diário Oficial do último dia 21. Assim como nas outras decisões, em dezembro do ano passado e em fevereiro deste ano, o prefeito Marcelo Crivella defende que “é preciso que haja equilíbrio do contrato de concessão”, não havendo cobrança por 19 meses. De acordo com Crivella, o objetivo da medida seria ressarcir aos contribuintes e ao município cerca de R$ 225 milhões que teriam sido cobrados a mais pela Lamsa em obras executadas na via em 2010.
“Espero que a população do Rio seja ressarcida desses mais de R$ 200 milhões que desequilibraram o contrato, devido ao 11º termo aditivo da obra feita em 2010, que teve sobrepreço comprovado pelos engenheiros e também em delações por parte dos fiscais” afirmou Crivella ontem.
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