Zona Norte do Rio concentra maioria das chamadas para controle de caramujos africanos

A maioria das chamadas para controle de caramujos africanos na cidade partiram de bairros da Zona Norte. De janeiro a maio deste ano a prefeitura do Rio recebeu 777 solicitações, através do serviço 1746, o que dá uma média de 155 por mês. Do total de contatos, 335 partiram de moradores da Zona Norte, seguida pela Zona Oeste (325) e Zona Sul/Centro/Barra/Jacarepaguá (117).

As ruas com mais chamados são a Oricá, em Brás de Pina, e a Campo Grande, em Campo Grande, com oito reclamações cada uma. Os bairros com mais chamados são Campo Grande (56), Piedade (33), Jardim Carioca (28), Bento Ribeiro (23) e Marechal Hermes (22).

O excesso de umidade causado pelas chuvas, somado ao calor típico do verão, favorece a proliferação destas espécies.O caramujo africano é uma espécie invasora considerada uma praga agrícola, que pode causar danos ao meio ambiente, além de trazer riscos à saúde humana e animal. Segundo especialistas ele pode transmitir doenças causadas por vermes, como a meningite eosinofílica.

Os especialistas também chamam a atenção para o fato de que a concha do animal pode acumular água, depois de sua morte, e se transformar num foco de criação do mosquito da dengue. Para evitar esses problemas, recomendam que o controle desse caramujo seja feito manualmente e de forma periódica, com a sua posterior eliminação.

O caramujo gigante africano foi introcudizo no país na década de 1980 e, atualmente, é encontrado em 25 estados brasileiros e no Distrito Federal. A única área do país onde o molusco ainda não foi identificado é o estado do Rio Grande do Sul.

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