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Veja os fatores que podem ter levado o Flamengo a uma atuação desastrosa no Equador

O Flamengo foi ao Equador com a esperança de apagar a eliminação da Copa do Brasil, há exatamente uma semana. Porém, com uma atuação desastrosa, volta para o Rio com uma derrota por 2 a 0 para o Emelec, no George Capwell e em duelo válido pela ida das oitavas da Libertadores. Nova dor de cabeça. 

Principal anseio do Fla na temporada, a Libertadores terá a sua continuidade disputada pelo time de Jorge Jesus na próxima quarta, quando recebe o Emelec, no Maracanã. Aliás, o treinador, nesta noite, cometeu erros consideráveis. Confira cinco fatores marcantes no revés em Guayaquil. 

EQUÍVOCO COM RAFINHA

O Flamengo teve uma atuação para esquecer. Sem Arrascaeta, Éverton Ribeiro e Vitinho, Jorge Jesus optou por Rafinha à frente de Diego e Willian Arão, aberto na ponta direita. A escolha provou-se um tremendo equívoco. 

Ainda longe das condições físicas ideais, o camisa 13 perdeu bolas enquanto ainda estava a se posicionar para receber o passe. Nitidamente deslocado. No segundo tempo, após a expulsão de Vega, voltou a ser lateral-direito.

DIEGO ISOLADO NA ARTICULAÇÃO

Arão foi quem esteve posicionado à frente da zaga, e coube a Diego articular e fazer a bola rodar, uma vez que, como já citado, Rafinha esteve mais próximo à linha do ataque. O camisa 10 teve uma boa atuação, até sair lesionado (na casa dos 70 minutos), mas foi insuficiente dada a ausência de peças ao seu lado. 

Não houve triangulação e nem profundidade no ataque – inclusive, estes foram aspectos destacados por Rodrigo Caio, logo após a peleja.

BRUXA SOLTA

Por falar em Diego, ele aumentou a lista do departamento médico do Flamengo. Na casa dos 70 minutos de jogo, o meia sofreu uma falta violenta na entrada da área e deixou o gramado de maca, direto para o vestiário. 

Diego se junta a Arrascaeta, Éverton Ribeiro e Vitinho no DM. O quarteto dificilmente entra em campo na próxima quarta-feira, quando recebe o Emelec para o jogo da volta das oitavas da Libertadores. Aliás, há suspeita de fratura na perna esquerda do capitão rubro-negro. A bruxa está solta na Gávea.

SUBSTITUIÇÕES NÃO FUNCIONAM

Jorge Jesus não mexeu no intervalo, apesar do improdutivo primeiro tempo. A primeira alteração só veio após a expulsão pelo lado do Emelec. Lincoln foi a primeira cartada, que não funcionou. Aliás, a participação do jovem de 18 anos externou que ele ainda está cru para um jogo desta magnitude. 

As outras cartadas foram Cuéllar e Lucas Silva. O primeiro se deu mais pelo fato de Arão já estar amarelado. O segundo, também cru e sem ainda ter justificado o seu espaço com Jorge Jesus, passou longe de colaborar na fase ofensiva.

NEM NO MEIO, NEM ATRÁS…

Não foi só no meio que o Flamengo pecou. Todo o sistema defensivo foi falho, dando espaços na entrada da área e, em lances capitais, até dentro da área – como nos gols. O primeiro gol saiu muito por conta da não aproximação após a defesa (alta) ter que se recuperar da recomposição. 

O Emelec, que se fechou depois do gol marcado, o que era de se esperar, ainda conseguiu finalizar sete vezes ao longo da partida. Inclusive, com um jogador a menos, o time equatoriano também teve chances cristalinas para puxar contragolpes. Em suma: ou o Flamengo esquece esta noite ou lembra já amanhã cedo para não repetir os – graves e impiedosos – erros.

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