Foto crédito: assessoria

Com a agenda cada vez mais apertada por conta dos compromissos internacionais e os ensaios do Salgueiro, Carlinhos, que está na Australia em temporada de aulas de samba, se prepara para chegar ao Canadá e deixar sua assinatura em mais uma série de workshops internacionais.

“Fico cansado, mas vale a pena. Até o Carnaval o ritmo fica cada vez maior porque eu tenho que conciliar as oficinas do Salgueiro, ensaios e também essas oportunidades que surgem. A minha prioridade é a escola, mas sempre encaixo na medida do possível. Graças a Deus os convites para os workshops estão cada vez maiores, isso mostra que o meu trabalho está sendo bem aceito”, comenta o coreógrafo que este ano já esteve na Europa e nos Estados Unidos.

A procura por workshops internacionais é motivo de orgulho para Carlinhos que vê o samba ganhar cada vez mais espaço mundo afora.

Foto crédito: assessoria

Antigamente o sambista era contratado para fazer shows, mas mesmo assim passávamos muita dificuldade. “Agora, temos muito mais espaço, lugares bacanas para dar aula e um reconhecimento que veio com o tempo.

E cada vez mais a procura aumenta, com vários profissionais dando aula o ano todo, isso é muito legal”, diz o coordenador de passistas do Salgueiro.

Antenado com o dia a dia do grupo que coordena, Carlinhos admite que, mesmo estando longe, não descuida dos detalhes. O figurino, escala dos bailarinos e até mesmo o ensaio para as apresentações passam por ele.

Fico agoniado se chego a algum lugar onde a internet é difícil porque eu faço chamada de vídeo para ver o ensaio, procuro estar em contato com as minhas diretoras o tempo todo e, se tiver que dar alguma bronca, eu dou mesmo. Até porque se estou aqui hoje e tenho todo esse reconhecimento, é fruto do trabalho que acontece no Salgueiro. É a minha escola que me fez chegar aonde estou, comenta ele.

 

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