Jornal Povo

Policiais da Delegacia de Homicídios vão à casa de porteiro que depôs no caso Marielle

Dois policiais civis da Delegacia de Homicídios (DH) da Capital foram, no início da tarde desta sexta-feira, à casa do porteiro do Condomínio Vivendas da Barra que depôs no caso Marielle, no bairro da Gardênia Azul, Zona Oeste do Rio. O porteiro prestou depoimento à Polícia Civil há cerca de um mês no âmbito das investigações sobre o assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes.

Os policiais chegaram por volta das 12h30 à residência do porteiro, em uma viatura descaracterizada. Eles entraram na casa do porteiro e, cerca de dez minutos depois, deixaram o local.

O porteiro afirmou, em depoimento dado à Polícia Civil no início de outubro, que registrou a casa de número 58 do Condomínio Vivendas, onde morava o presidente Jair Bolsonaro, como destino do ex-policial militar Élcio de Queiroz, suspeito de matar a vereadora Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes.

O porteiro também afirmou, em depoimento, que identificou a voz do “Seu Jair” ao autorizar a entrada de Élcio. Naquele dia, o então deputado Jair Bolsonaro estava em Brasília, como mostram os registros de presença na Câmara dos Deputados.

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