MPRJ vai analisar informações sobre servidores da Alerj que ganham mais de R$ 18 mil sem comparecer à assembleia com frequência

O Ministério Público do Rio (MPRJ) informou nesta quarta-feira (4) que vai analisar as informações de funcionários da Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) que recebem os maiores salários da Casa mas raramente comparecem ao local.

A informação foi veiculada com exclusividade pelo RJ2 na terça-feira (3) sobre os sete servidores. De acordo com a reportagem, alguns funcionários ganham mais que os próprios deputados e outros que moram nos Estados Unidos.

De acordo com o MPRJ, o Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Tutela Coletiva de Defesa da Cidadania (CAO Cidadania/MPRJ) vai distribuir a informação para que seja analisada por uma das oito Promotorias de Justiça de Tutela Coletiva de Defesa da Cidadania com atribuição.

O telejornal tentou encontrar os servidores fantasmas por quase três meses na Alerj. Apesar das várias visitas e centenas de telefonemas, nenhum deles foi encontrado.

Mesmo com todas as denúncias mostradas na reportagem, a Alerj negou que os funcionários das comissões não trabalhem na Casa.

No entanto, a Assembleia afirmou que os casos específicos mostrados na reportagem são de responsabilidade dos deputados, pois eles atestam a frequência dos funcionários de seus gabinetes.

A Alerj ressaltou que, se for comprovado o não exercício da função dentro das normas estabelecidas pela administração da Alerj, os servidores vão responder a processos administrativos, podendo ser exonerados e devolver salários.

Via: G1


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