Jornal Povo

Fraude em bombas de combustível podia ser acionada de casa, diz MP

A fraude em postos de combustível que levou à Operação Luz, nesta segunda-feira (9), podia ser acionada até de casa. A polícia afirma que o prejuízo para o motorista chegava a 20% — o cliente pagava por um volume de gasolina, por exemplo, mas abastecia menos.

Uma força-tarefa envolvendo a Polícia Civil do RJ, o Ministério Público (MP) e outros órgãos, como o Instituto de Pesos e Medidas (Ipem), Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), e a Agência Nacional de Petróleo (ANP) tinha prendido, até a última atualização desta reportagem, cinco pessoas — quatro com mandado de prisão expedido e uma em flagrante.

Um empresário, dono de postos, estava foragido.

Fábio Correia, promotor do Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco-MP), afirmou que a tecnologia por trás do golpe é nova.

Uma placa eletrônica da bomba era adulterada, mas de forma intermitente, como forma de despistar fiscais.

“A adulteração podia ser ativada ou desligada por uma tecla na própria bomba, por um controle remoto, como os de garagem, ou até pelo celular, via SMS”, detalhou Correia.

O promotor disse ainda que funcionários dos postos forjavam uma queda de luz quando fiscais chegavam. A manobra servia para desativar a adulteração.

Um posto na Ilha do Governador tinha dois problemas: a placa que modificava o valor em detrimento da vazão e mangueiras que adicionavam mais etanol à mistura da gasolina.

Os órgãos formaram a força-tarefa Pit Stop e semanalmente faziam inspeções, de acordo com informações ao Disque Denúncia — mas só agora conseguiram descobrir como era a fraude.

Via: G1

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