Vereadores de Mesquita votam contra verba para saúde e educação

 

Mantendo a tradição de se posicionar contrário às mensagens enviadas pelo prefeito Jorge Miranda, independente do teor da matéria a ser apreciada, a bancada de oposição da Câmara dos Vereadores de Mesquita, integrada pelos parlamentares Leonardo Andrade, Professor Max e Vandinho da Gráfica votaram, na semana passada, contra a destinação de cerca de R$ 335 milhões, previstos no Projeto de Lei Orçamentária Anual para o ano de 2020 para as áreas de saúde, educação e assistência social – onde seriam R$ 125 milhões para a educação, R$ 105 milhões para a saúde e R$ 5 milhões para a assistência social.

Os recursos previstos na proposta orçamentária do governo se destinam à manutenção e ampliação dos serviços nas áreas citadas prevendo a abertura de unidades de saúde, reparos em postos de saúde, aquisição de equipamentos, melhorias na rede pública de ensino e equipamentos para atividades da política pública de atendimento a população carente através da assistência social.

A votação do orçamento para o ano de 2020 aconteceu na última sessão ordinária da Câmara, realizada na última quarta-feira e, teve a aprovação de 8 dos 12 vereadores, sendo 3 contrários e uma ausência.

Durante a votação do orçamento, os vereadores Leonardo Andrade, Professor Max e Vandinho da Gráfica criticaram a proposta do governo e decidiram votar contra a todo o projeto orçamentário para o próximo ano, o que significa negar a destinação de recursos para importantes áreas de funcionamento da cidade e atendimento à população.

“O orçamento é a peça mais importante. Sem ele, a cidade paralisa e o povo é quem sofre”, disse o vereador Marcelo – secretário da Mesa Diretora.

O Projeto de Lei Orçamentária Anual recebeu parecer favorável do presidente da Comissão de Orçamento e Finanças da Câmara, o vereador Roberto Emídio, que inclusive, destacou em seu parecer, a garantia da destinação legal dada pelo prefeito Jorge Miranda aos recursos para a saúde e para a educação.

O vereador Sancler Nininho, presidente da Câmara, disse que a proposta orçamentária aprovada manteve a redução do duodécimo, e destacou que a redução deste recurso foi uma economia importante ocorrida no ano de 2019.

“Conseguimos reduzir o duodécimo De R$ 700 mil mensais para R$ 390 mil, mas ainda assim mantivemos as contas em dia, pagamos salários atrasados, adiantamos décimos terceiro e pagamos obrigações sociais”, disse o vereador.

A proposta aprovada na última sessão ordinária por 8 vereadores, apesar dos votos contrários de Leonardo Andrade, Professor Max e Vandinho da Gráfica entrará em vigor assim que for sancionada pelo prefeito Jorge Miranda.

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