FIA monitora situação na China por causa do coronavirus, mas até agora não pensa em cancelar GP

A Federação Internacional de Automobilismo (FIA) tem monitorado a situação na China devido à epidemia de coronavirus, que já causou 41 mortes e atingiu mais de 1.300 pessoas, mas por enquanto ainda não cogita o cancelamento da etapa do Mundial de Fórmula 1, marcada para o dia 19 de abril.

Oficialmente, a entidade máxima do automobilismo ainda não se manifestou, mas vem em contato constante com os promotores da Fórmula 1 e as autoridades locais. Nos próximos dias, a FIA poderá emitir um comunicado oficial sobre o tema.

O novo coronavírus, que surgiu em dezembro em Wuhan, província da China, já chegou a 11 países, incluindo França e Estados Unidos, e deixou o mundo em alerta, além de afetar diversos eventos esportivos. No país asiático, arenas esportivas foram fechadas, eventos estão sendo cancelados e, com isso, o Japão já se preocupa pela proximidade com a Olimpíada de Tóquio, que começa dia 26 de julho de 2020 – o país já teve três casos registrados.

O Estádio Olímpico de Pequim, conhecido como Ninho de Pássaro, palco das Cerimônias de Abertura e Encerramento e do atletismo dos Jogos de 2008 e um dos símbolos do megaevento, foi fechado pelo governo chinês. A medida foi tomada para tentar impedir a propagação da doença.

A Maratona de Hong Kong foi cancelada, e a disputa do Grupo 1 da Ásia/Oceania da Fed Cup, marcada para a cidade chinesa de Dongguan de 4 a 8 de fevereiro, mudou para Nur-Sultan, no Cazaquistão. Além disso, a China se retirou como país-sede do torneio qualificatório do futebol feminino para Tóquio-2020 devido à epidemia.

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