Rio tem previsão de mais chuva forte nesta sexta-feira

A cidade do Rio voltou ao estágio de mobilização à 0h desta sexta-feira (31). Segundo o Centro de Operações da Prefeitura, ainda há previsão de chuva ao longo do dia, mas com menos intensidade nas próximas horas. No fim da tarde, no entanto, a chuva deve ser mais forte, como a registrada no dia anterior.

Nesta manhã, não há vias interditadas por causa de acúmulo de água. Na quinta-feira (30), houve registro de 15 bolsões d’água. Os locais mais atingidos foram Santa Teresa, com quase 48 mm de chuva, Laranjeiras, Urca, São Cristóvão e Tijuca.

Segundo o Centro de Operações Rio, ao todo, 50 árvores caíram devido à ventania. A maior rajada registrada durante a chuva foi no Aeroporto Santos Dumont, com 66 km/h às 20h. Às 10h30 desta sexta (31), equipes da Comlurb e da Light trabalham para retirar 18 árvores que permanecem caídas na cidade.

Por conta da chuva, o sistema de sinalização da Supervia foi prejudicado, deixando irregulares os intervalos de circulação dos trens dos ramais Saracuruna e Belford Roxo, na manhã desta sexta-feira (31).

Em Santa Teresa, um dos bairros mais afetados pela chuva, a operação do tradicional bonde estava suspensa após queda de árvores afetarem a rede aérea do transporte. Uma equipe trabalhava para restabelecer o serviço, mas não havia previsão de conclusão dos trabalhos.

O navio-plataforma P-70, que estava fundeado na Baía de Guanabara, se moveu até costa da Praia Boa Viagem, em Niterói. A embarcação tinha sido levada para Gragoatá na quinta e se soltou durante a manobra de ancoragem.

O navio-plataforma chegou ao Porto do Rio de Janeiro no dia 24 de janeiro, para operar no polo Pré-Sal da Bacia de Campos. A plataforma voltou para o meio da Baía de Guanabara na manhã desta sexta-feira (31), após operação de seis rebocadores da Petrobras, dona do navio-plataforma.

Segundo o Alerta Rio, a sexta-feira deve ser de sol e calor, com máxima prevista de 40º C e mínima de 23ºC. A sensação térmica deve chegar a 48º C. Na quinta, o Rio registrou recorde de calor, com temperatura máxima de 38,6ºC.

A estimativa para medir a sensação térmica (ou estresse térmico) geralmente leva em conta a temperatura, a umidade do ar e a velocidade do vento, segundo o Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (CPTEC-Inpe).

O Brasil não possui um índice oficial. Ao redor do mundo, há mais de 160 maneiras de cálculo. A sensação térmica também é subjetiva: cada pessoa tem uma percepção do calor ou do frio, sobretudo por causa do índice de gordura corporal.

Via: G1

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