Eleições dificultarão negociação do governo com Congresso

O fim do recesso parlamentar inaugurou a corrida de deputados em busca de mais do que a manutenção de seus mandatos: em um ano de sucessão municipal, toda movimentação tem um olho no plenário e outro no 4 de outubro, dia do primeiro turno das eleições. O calendário eleitoral torna mais caro, para o governo, a negociação com deputados e senadores, em especial com aqueles que são pré-candidatos a prefeito. De olho em seus redutos eleitorais, cobrarão mais intensamente cargos e emendas para aprovar projetos de interesse do Planalto. Sem a força do PSL, que se pulverizou na Câmara, não sairá barato para o governo a busca pela estabilidade econômica e pela governabilidade.

Via: O Globo

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