Jornal Povo

Dia Mundial da Vida Selvagem é marcado por atividades com alunos de escola pública no Parque Nacional da Tijuca

Pela primeira vez, o Parque Nacional da Tijuca, junto com o Grupo Cataratas e o projeto Refauna, participa do Dia Mundial da Vida Selvagem – que é promovido pela ONU em todo o planeta sempre no dia 3 de março desde 2013. A data foi criada para celebrar e conscientizar sobre a importância da vida dos animais e das plantas selvagens no planeta. Neste ano, o tema é “Garantir toda a vida na Terra” e o Parque Nacional da Tijuca no Rio de Janeiro realizou atividades para marcar este dia. Foram desenvolvidas ações com 24 alunos do 3º ano do Ensino Médio do Colégio Estadual Pedro Álvares Cabral. Eles tiveram a oportunidade de aprender mais sobre como o Parque protege e conserva a vida selvagem. Também foi disponibilizado um espaço no Centro de Visitantes Paineiras para a informar aos visitantes e turistas sobre a data criada pela ONU.

Seguindo a proposta das Nações Unidas, as atividades no Parque esclareceram para esses alunos os muitos benefícios de se ter e de se conviver com a vida selvagem. A unidade de conservação mais visitada do país, que é cercada por várias comunidades e desenvolve projetos socioambientais com moradores dessas áreas, viu nesta data mais uma oportunidade de ampliar a discussão sobre um assunto universal. “Educação é a base de tudo. Por isso, trazer esses alunos para dentro do Parque, que abriga vida selvagem bem do lado de onde eles moram, é uma oportunidade ótima para ensinar, por exemplo, que existem plantas aqui que não existiriam sem a presença deste ou daquele animal,  na natureza tudo está conectado, um ajuda o outro a sobreviver. A floresta do Parque voltou a ter animais que deixaram de viver aqui há mais de 200 anos!”, explica Leonard Schumm, analista ambiental do Parque e um dos organizados do evento.

Manhã com dinâmica interativa e visita inédita ao Cristo para boa parte da turma

Os alunos foram levados até o Parque pelas vans do consórcio Paineiras-Corcovado. Ao chegar na Unidade de Conservação, participaram de atividades no Centro de Visitante Paineiras, com uma visita guiada pela exposição Floresta Protetora, que é permanente no Centro de Visitantes e está aberta para todos. Um monitor ambiental do ICMBio explicou como todos os parques nacionais do país ajudam a proteger a vida selvagem que existe no Brasil.

Em seguida, a bióloga Catharina Kreischer, uma das integrantes do projeto Refauna, que vem reintroduzindo espécies que foram extintas no Parque, promoveu uma palestra e uma dinâmica com os alunos. Eles tiveram que aprender a usar uma antena que capta sinais do colar que normalmente é colocado nos bichos para depois serem soltos na natureza. Dessa maneira, foi ensinado para a turma que além de reintroduzir, o projeto Refauna também acompanha os animais quando estão soltos para coletar dados para estudos relacionados à reintrodução de espécies em seu habitat natural. No meio do evento, até uma participante do programa de voluntariado do Parque apareceu vestida de jabuti-tinga – espécie recentemente reintroduzida no Parque após 200 anos de extinção – para fazer a festa com os alunos.

Após uma pausa para o lanche, a manhã de atividades com os estudantes terminou com uma visita guiada pelo Grupo Cataratas ao Cristo Redentor, monumento que fica dentro do Parque Nacional da Tijuca. A maioria dos alunos esteve no local pela primeira vez e, apesar do céu muito nublado, não faltou empolgação com a visita. Lá de cima, eles reforçaram a ideia de como a vida selvagem está tão próxima da cidade e o porquê ela precisa ser preservada e protegida pelos moradores da cidade, incentivando assim o apoio aos Parques Nacionais.

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