Pyong Lee vai depor sobre assédio no ‘BBB 20’: ‘Vou lidar com as consequências dos meus atos’

Eliminado há uma semana do “BBB 20”, Pyong Lee ainda terá que resolver algumas pendências no Rio de Janeiro. O hipnólogo foi convocado pela Polícia Civil para depor sobre as acusações de ter assediado Marcela e Flayslane dentro do reality show, durante uma das festas do programa.Pyongo contou em entrevista ao “Uol” que já foi intimado e que está esperando a confirmação da data para ir à delegacia. “Estou disposto a responder e esclarecer tudo que for preciso”, disse Pyong ao site. 

Segundo a delegada Catarina Noble, responsável pelo caso, a investigação começou após motivação do público nas redes sociais. Os telespectadores do programa ficaram indignados após Pyong tentar beijar Marcela e apertar o bumbum de Flayslane em uma das festas. As hashtags “Fora Pyong” e “Pyong Expuslo” foram parar nos tópicos mais comentados do Twitter. 

“Estou com a consciência tranquila. Eu errei, não vou mentir, não vou esconder, e não preciso fazer isso. Inclusive já pedi desculpas publicamente dentro do ‘Big Brother’. E aqui fora eu sabia que teria consequências e eu vou lidar com as consequências dos meus atos”, disse o hipnólogo.A mulher de Pyong, Sammy, já perdoou as atitudes do marido. Ele, inclusive, está em casa com Sammy e o filho desde quinta-feira, em São Paulo. Marcela e Flay também serão intimadas a depor, assim que deixarem o programa.”Quando o ser humano erra —e todo mundo erra— é reconhecer, pedir perdão para as pessoas que se ofenderam, para as pessoas envolvidas, e não repetir mais o erro. Estou comprometido, não repeti o erro lá dentro e não vou repetir mais aqui fora”, garantiu.CoronavírusPyong Lee foi o primeiro eliminado do “BBB 20” a deixar o programa sem uma plateia por causa da pandemia de coronavírus. O hipnólogo afirmou que não achava que a situação estivesse tão grave. “Senti que agravou a situação e está mais sério do que eu imaginava. Lá dentro, eu esqueci do impacto que isso ia causar no geral, na economia do país e tal. Então estava o caos, mais do que eu imaginava. Quando o Tiago falou que eram 200 casos e uma morte, achei que estava muito no início ainda”, afirmou ao “Uol”.Pyong é dono de uma escola de hipnose. Ele e o sócio mandaram os funcionários ficarem em casa e preparam uma série de lives, que vão acontecer no Instagram de Pyong, para ajudar as pessoas a lidarem com a ansiedade.

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