PM morre após ser baleado por criminosos na Covanca, em Jacarepaguá

Um policial militar do 18º BPM (Jacarepagá) morreu, na manhã desta quarta-feira, após ser baleado por criminosos na parte alta do Morro da Covanca, em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio. O sargento Fábio Jesiel Monteiro Ribeiro foi atingido no tórax e, em seguida, foi ocorrido ao Hospital Municipal Lourenço Jorge, mas não resistiu aos ferimentos. O agente participava de uma operação para capturar criminosos que participaram da invasão da Praça Seca, também na Zona Oeste, na noite da última segunda-feira.

De acordo com a corporação, Ribeiro e outros agentes foram atacados a tiros por bandidos numa área de mata e houve confronto. Segundo colegas de batalhão do agente, o tiro que o atingiu perfurou o colete balístico. O policial militar tinha 46 anos e entrou na corporação em novembro de 1998. Fábio Jesiel deixa esposa e três filhas. Ainda não há informações sobre o sepultamento do militar.

Segundo a Polícia Militar, o policiamento foi está reforçado na Covanca e conta com apoio de outras equipes do 2º Comando de Policiamento de Área (CPA).

Pela manhã, a Autoestrada Grajaú-Jacarepaguá foi interditada por um tiroteio entre PMs e traficantes. Os criminosos haviam saído pela mata da Praça Seca a caminho do Complexo do Lins, na Zona Norte, e bateram de frente com policiais militares.

Na noite de segunda-feira, o estudante Caio de Jesus Barbosa, de 24 anos, foi morto por uma bala perdida durante um tiroteio entre traficantes e milicianos na Praça Seca. No momento em que foi atingido, Caio voltava para casa após cortar o cabelo para posar para fotos do álbum de casamento. A cerimônia aconteceria em setembro.

Caio era evangélico, cantava na igreja e estava no último período da faculdade de Direito. No momento em que o jovem voltava para casa — ele morava com os pais num condomínio num dos acessos no Morro da Barão —, traficantes tentavam, pela segunda vez no mês, invadir a Praça Seca, que é dominada por uma milícia. O tiroteio começou por volta das 19h e policiais militares e civis chegaram à região pouco depois para fazer um cerco. Segundo a PM, os agentes fizeram disparos no local pouco antes de Caio ser atingido.

Fonte: O Dia

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