Do G-4 ao Z-4: Cano completa dois meses de jejum improvável, e Vasco perde 14 posições no Brasileiro

Germán Cano vive lua de mel com a torcida do Vasco desde que desembarcou no Rio, em 6 de janeiro. Recebido com festa, fez valer a confiança dos vascaínos. Geralmente precisando de apenas um toque para balançar a rede, tornou-se artilheiro. Nesta quinta-feira, porém, chega a 60 dias sem gols, seu maior jejum em São Januário – o último foi anotado na vitória por 3 a 2 sobre o Botafogo, em 13 de setembro, pelo Brasileiro.

No período, o time caiu da quarta para 18ª colocação. Cano não marca há nove jogos (oito pelo Brasileiro, um pela Copa do Brasil). Vale destacar que, por um problema na coxa direita, ele perdeu os quatro primeiros jogos de Ricardo Sá Pinto à frente do Vasco. Sentiu o problema no aquecimento do duelo com o Corinthians, que marcou a estreia do português à frente da equipe.

Curioso é que, em três rodadas, Cano era o artilheiro do Campeonato Brasileiro com três gols, mesmo número de Fellipe Bastos, hoje o segundo atleta com mais gols (quatro) dentro do elenco vascaíno em 2020.

Gol contra o Botafogo, em 13 de setembro, foi o último de Cano pelo Vasco — Foto: André Durão / ge
Gol contra o Botafogo, em 13 de setembro, foi o último de Cano pelo Vasco — Foto: André Durão

Mesmo com o incômodo jejum, os gols de Cano representam 45,7% do total marcado pelo elenco – 16 de 35.

Jogador que precisa de poucos toques para marcar, Germán Cano tem sofrido com a baixa produção ofensiva da equipe. Nos 13 jogos em que ele fez gols, o Vasco venceu 10 vezes, empatou dois e perdeu um. O aproveitamento é impressionante: 82%.

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