Jornal Povo

Covid-19: Prefeitura interdita casa de festas, evento religioso e notifica nove estabelecimentos

Casa de festas no Itanhangá foi interditada pela Prefeitura Foto: Divulgação/Seop

Um espaço que realizava uma festa com 10 DJs no Itanhangá foi fechada, um culto na praia encerrado e nove estabelecimentos foram notificados por infração sanitária — a maioria por servir clientes em pé — em uma ação da prefeitura do Rio contra a Covid-19 da noite de terça-feira para a madrugada desta quarta (20).

No Itanhangá, o estabelecimento Espaço Malibu foi fechado em razão da festa de música eletrônica Vibelândia, que teria mais de dez DJs em mais de 12 horas de duração. O evento foi amplamente divulgado nas redes sociais. Na Praia do Recreio, na altura do Posto 1, um culto religioso que acontecia nas areias também foi encerrado.

Além desses eventos, os agentes da Seop, em apoio aos policias militares da 17ª DP (São Cristóvão), desmontaram, na tarde de terça (19), uma festa que aconteceria em uma quadra de esportes no Tuiuti. Na segunda-feira (18), as equipes interditaram o Boteco Capadócia, em Marechal Hermes, Zona Norte da cidade, onde aconteceria – sem autorização nem alvará – um show com roda de samba, O local foi autuado em R$ 3.093,32. A operação continua neste feriado em outros pontos da cidade, incluindo a área de lazer do Aterro do Flamengo.

Desde a noite da última sexta (15), os comboios integrados pela Secretaria Municipal de Ordem Pública (Seop) para fiscalizar as medidas de proteção à vida já passaram por 22 bairros, resultando em 138 inspeções em estabelecimentos, 33 infrações sanitárias e oito interdições – sendo sete de eventos clandestinos em casas de festas, que teriam um público total estimado de mais de 4 mil participantes. Os comboios contam com equipes da Seop, Defesa Civil, Instituto de Vigilância Sanitária e Guarda Municipal, e apoio da Polícia Militar em alguns casos.

Na tarde do último domingo, a Prefeitura impediu e interditou a festa Sambinha do Sheik 40 graus, que aconteceria, sem autorização nem alvará de funcionamento, a partir das 17h, comp anunciado em mídias sociais, na casa Bora Bora, em Campo Grande, na Zona Oeste. A operação contou com fiscais das coordenadorias Controle Urbano (CCU), do Instituto Municipal de Vigilância Sanitária e Controle de Zoonoses e agentes da Guarda Municipal, além do apoio da Polícia Militar. As equipes flagraram irregularidades, como som alto e estrutura de dança e frequentadores sem máscara. Além disso, o lugar não apresentou alvarás de funcionamento e sanitário.

Somente no sábado, agentes do Ivisa fizeram duas interdições por funcionamento clandestino – Ilha Sunset, na Ilha do Ipê, na Barra; e Churrasco Abençoado, em Bangu, ambos na Zona Oeste. No mesmo dia, outro evento sem autorização – o “Xoxo” –, que também ocorria na Ilha da Gigoia, foi interrompido pela Guarda Municipal.

Na véspera, guardas municipais encerraram encontro gospel realizado nas areias da praia da Barra da Tijuca. As equipes flagraram diversas irregularidades, como som alto e estrutura de dança e frequentadores sem máscara.

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