Morta em Niterói era chefe de gabinete de ex-vereador investigado por homicídio

Mariana Soares Queiroz foi assassinada a tiros no bairro Fonseca. A DH-Niterói tenta descobrir a motivação do crime

Niterói, na Região Metropolitana do Rio. Mariana Soares Queiroz foi chefe de gabinete do ex-vereador de Niterói Carlos Macedo (Patriota) e é suspeita de ter sido a mandante da morte do vereador eleito Lúcio Diniz Araújo Martelo, de 44 anos, conhecido como Lúcio da Nevada, em 2012.A Polícia Civil ainda tenta descobrir a motivação do crime. Imagens do circuito de segurança estão em analise na DH-Niterói. Mariana estava dentro de um carro estacionado na calçada da Rua Desembargador Lima Castro, no bairro Fonseca. Além dela, Além de Mariana, o policial militar Vilmar da Silva Freitas Júnior também foi baleado. era ele quem estava ao volante. O PM foi socorrido por comerciantes da região e levado para o Hospital Estadual Azevedo Lima. Seu estado de saúde não foi divulgado. 

Testemunhas relataram à polícia que um homem vestindo roupas pretas, e em uma moto, parou ao lado do carro e efetuou vários disparos. Mariana morreu dentro do carro e o veículo foi periciado ainda no local. 

ASSASSINATO LÚCIO DO NEVADA

Eleito para o cargo do Legislativo de Niterói, Lúcio da Nevada foi morto a tiros no dia 25 de outubro de 2012 na porta de casa, no bairro Santa Bárbara. O político estava em sua caminhonete e abria o portão para estacionar. 

Após investigações da Polícia Civil e do Ministério Público, a equipe do ex-vereador Carlos Macedo passou a ser considerada como a mais interessada na morte de Nevada. Para o MPRJ, Macedo, após perder as eleições e se tornar suplente, decidiu bolar um plano contra seu rival. Ele temia que seu esquema de corrupção na Câmara de Niterói fosse descoberto.

Principal articuladora de Macedo, Mariana foi quem encomendou a morte de Lúcio do Nevada, segundo o MP. Mariana chegou a ser presa pelo crime, mas ganhou liberdade após conseguir um habeas corpus.O Ministério Público denunciou Macedo, Mariana e mais quatro pessoas, sendo dois policiais militares, pela morte de Lúcio do Nevada. Apesar da decisão, Macedo não foi preso e cumpriu por quatro anos a função de vereador de Niterói. 

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